Finalistas de Design – Catálogo 2017

Dos 27 trabalhos inscritos no 25º Programa Nascente, a Comissão Julgadora de Design selecionou como finalistas 5 deles para a Visualidade Nascente de Design

A Exposição Visualidade Nascente é parte integrante do conjunto de exposições e apresentações dos trabalhos finalistas do concurso artístico da USP.

No MAC USP estão expostos os trabalhos finalistas das áreas de Artes Visuais, Audiovisual e Design.

O concurso, que em 2017 está em sua 25a edição e conta com sete áreas artísticas, tem obtido uma participação cada vez maior dos estudantes da USP da capital e dos campi do Interior, atingindo a marca de 547 trabalhos inscritos nesta edição.

É uma iniciativa da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária e tem como objetivo incentivar e difundir os talentos artísticos da Universidade de São Paulo para além dos muros da USP.

Visualidade Nascente
MAC USP – Ibirapuera
Vernissage 23 de setembro às 11h.

23 de Setembro a 29 de Outubro de 2017

Clara Gomes Borges

Enrico Casadei Pietraroia
Lidia Costa Grigorini
Paola Yuu Tabata

Vitor Teixeira Pedrosa Martins

Unidade: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo

Curso: Design

Categoria: Projeto editorial

Trabalho: Revista Nó

 

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Camila Valverde Tafarelo
Martina Moura Ribeiro Leite Flores
Olívia Lapa Cavallari
Vitor Sepinho Apparecido

Unidade: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo

Curso: Design

Categoria: projeto editorial

Trabalho: Revista Fluxo

A revista surgiu do desejo de se conhecer as diferentes culturas que, por muitas vezes,
passam despercebidas/seguem apagadas e que desempenharam e seguem
desempenhando importante papel na constituição da cidade de São Paulo como a
conhecemos hoje, em todos os âmbitos.
Durante a produção da revista, pôde-se experenciar a cidade de uma maneira
bastante particular, captando suas nuances vindas dessas diversas e ricas culturas.
Durante o processo de pesquisa, foi possível ter contato com personalidades diversas e
singulares, que contribuíram imensamente para o desenvolvimento e crescimento do
projeto.
Além disso, foi possível experimentar o trabalho de curadoria e a produção de
uma revista em sua totalidade, indo além apenas do seu projeto gráfico, passando
também pela produção do conteúdo – desde a realização dos registros fotográficos, até
a edição textual e criação das colagens.

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Mayumi Valone Nishi
Yzadora Yoshimi Petroff Takano
Bernardo Satoshi Yono
Heloísa Barbosa de Oliveira

Unidade: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo

Curso: Design

Categoria: design de produto

Trabalho: Coala – Transferência de pacientes conscientes

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Elcio Hideki Kimura

Gustavo Benelli Marim

Evelyn da Silva Bitencourt

Paola Ramos Fernandes

Unidade: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo

Curso: Design

Categoria: design de produto

Trabalho: CARBO – Carrinho de botijão

CARBO foi desenvolvido para melhorar o processo de transporte de botijões de gás nas
residências brasileiras. Com fabricação em aço carbono e fibra de vidro, sua estrutura
atende aos movimentos mais comuns realizados pelos entregadores, levando em
consideração o trajeto da retirada do estoque até a instalação na casa do cliente.
Estudando o mercado de distribuição de botijões percebemos que o transporte se dava de
diversas maneiras, sempre aproveitando soluções projetadas para outros tipos de negócios
e objetos, como os galões de água. Levamos em consideração que o nosso usuário –
aquele para quem projetamos o produto – correspondia aos profissionais que trabalham nas
distribuidoras, pois possuem muito contato com o objeto, se submetendo a diversas
posições desconfortáveis mesmo em situações mais “curtas”, como quando o cliente opta
por retirar o produto (botijão) diretamente nos postos autorizados.
O trabalho é muito desgastante e exige muita resistência física do entregador, que trabalha
cerca de 40 horas por semana manuseando produtos que podem chegar a 45 kg unitários.
Na jornada mais completa – que compreende o carregamento de um automóvel com
diversos cilindros até a instalação na casa dos clientes – há ainda mais possíveis fatores
limitantes: escadas, condições climáticas adversas (muito sol, vento ou chuva), cachorros,
entre outros obstáculos. Sendo assim, nosso projeto busca proporcionar uma melhor
distribuição do peso dos produtos com mais segurança, por meio de um equipamento de
propulsão humana que contém plataformas de elevação, cintas de sustentação e rodas
estáveis, para auxiliar a subida por escadas.

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Henrique José dos Santos Dias
Rafael Eiji Saito
Yasmin Ghazzaoui Torres

Unidade: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo

Curso: Design

Categoria: design de exposição

Trabalho: Projeto para Museu de Anatomia Humana na USP

O projeto de renovação do Museu de Anatomia Humana Professor Alfonso Bovero
é resultado de uma disciplina de graduação do curso de Design da Faculdade de
Arquitetura e Urbanismo da USP (Projeto Visual VII – Ambiente/ Edifício concluída
em 2014, na qual o grupo deveria propor um novo projeto de sinalização a um
espaço de livre escolha. Nesse contexto, o contato da equipe do design com os
profissionais envolvidos no MAH iniciou-se através de pesquisas, visitas de campo
e entrevistas; e principalmente através da analista de Comunicação do Instituto de
Ciências Biomédicas da USP (ICB) Malu Motta, que articulou o processo do começo
ao fim.
Ao final da disciplina, o grupo apresentou, não só o projeto de sinalização como
também o de revitalização de todo o espaço, ao curador do Museu, Prof. Dr. Edson
Liberti, que abraçou a ideia (nascia aí o novo MAH). A partir de então foram meses
e meses de trabalho da equipe e do Professor, que trazia novas demandas, desejos
e ambições para o Museu, sendo essencial para que o projeto se tornasse cada vez
mais completo.
O trabalho foi ganhando forma através da nova proposta de mobiliário da sala do
acervo, que descreve a circulação da sala (determinada pela linearidade imposta
pelo conteúdo de anatomia). Às estantes foram acrescentados os paneis
expositores, as tablets com um aplicativo projetado especificamente para gerir os
dados expostos no Museu, a identidade visual e uma nova proposta de sinalização
do Museu, fluxograma de jornada da tipologia de usuários e seu respectivo
mapeamento de serviço; e o conceito de ocupação e mobiliário da sala didática:
uma proposta inovadora de extensão voltada à escolas de ensino fundamental e
médio, permitindo que estas possam adaptar seus programas de ensino e
dinâmicas pedagógicas no próprio Museu
Ao longo de três anos, o grupo contou com a total colaboração de profissionais
interdisciplinares do ICB, prédio no qual o Museu pertence, para apoio e
realização. O projeto foi implementado e o MAH foi inaugurado em maio de 2017.

[Best_Wordpress_Gallery id=”21″ gal_title=”Museu de anatomia humana”]