Novos Baianos e Secos e Molhados em show na Casa de Dona Yayá

Grupos do CoralUSP se apresentam na Casa de Dona Yayá com o programa “Secos e Baianos”

Os grupos corais XI de Agosto e o 12 em Ponto estarão na Casa de Dona Yayá no dia 24, às 11 horas, cantando clássicos da MPB da década de 1970.  O programa “Secos e Baianos” revisita o repertório de dois grandes grupos da música brasileira, o Novos Baianos e o Secos e Molhados, sob a regência de Eduardo Fernandes. O show faz parte do Domingo na Yayá, atividade de extensão cultural gratuita promovida pelo Centro de Preservação Cultural  em pareceria com o CoralUSP e a Escola de Comunicações e Artes.

Sucesso do grupo Novos Baianos, eleito o melhor  discos da MPB pela Rolling Stones.

Álbuns

Acabou Chorare, álbum do grupo Novos Baianos,  que teve entre seus integrantes nomes como Moraes Moreira, Baby Consuelo e Pepeu Gomes,  é a base do repertório do   XI de Agosto. Mais de 40 anos após seu lançamento, ainda é tido como como um dos mais importantes e influentes trabalhos da música popular brasileira. Misturando gêneros que vão do rock ao samba, sob a forte influência de João Gilberto, os Novos Baianos fizeram um som vibrante econtagiante, marcado por grandes sucessos, como Preta Pretinha e Brasil Pandeiro. Em 2007, Acabou Chorare ficou em primeiro lugar na lista dos 100 maiores discos da música brasileira, da revista especializada Rolling Stone. 

Primeiro álbum do grupo Secos & Molhados, recorde de venda.

 

Na sequência, o grupo 12 em Ponto cantará músicas do primeiro disco gravado pelo Secos e Molhados, de 1973, que por sua vez aparece em quinto lugar na mesma lista. Lançado em 1973, o álbum foi um fenômeno de público para a época, tendo vendido mais de 1 milhão de cópias. O disco inovou e surpreendeu ao unir poesia (Vinícius de Moraes, Manuel Bandeira e João Apolinário), folclore português e tradições brasileira ao glam rock. Nos palcos, o grupo ousava na  maquiagem, figurinos e na performance do vocalista, Ney Matogrosso.

Casa de Dona Yayá, sede do Centro de Preservação Cultural da USP.

 

 O Show

O regente Eduardo Fernandes, em entrevista ao Jornal da USP, explica que a proximidade entre as obras escolhidas é mais do que temporal. “Como são discos que de alguma forma dialogam – os dois contestam de maneira sutil a ditadura -, a gente resolveu misturar um pouco eles”, diz. “Os dois discos, na verdade, são considerados uns dos melhores da história da música popular brasileira”, completa. No programa, Brasil Pandeiro, Tinindo Trincando, Mistério do Planeta, A Menina Dança, O Vira, Rosa de Hiroshima, Sangue Latino, Mulher Barriguda e outros. 

Por Centro de Preservação Cultural

Domingo na Yayá
  • Centro de Preservação Cultural/Casa de Dona Yayá
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