{"id":3805,"date":"2021-11-21T11:59:04","date_gmt":"2021-11-21T14:59:04","guid":{"rendered":"https:\/\/prceu.usp.br\/congresso\/?p=3805"},"modified":"2021-12-07T09:05:27","modified_gmt":"2021-12-07T12:05:27","slug":"comer-e-morar-viver-no-territorio-tradicional-na-mata-atlantica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/prceu.usp.br\/congresso\/2021\/11\/21\/comer-e-morar-viver-no-territorio-tradicional-na-mata-atlantica\/","title":{"rendered":"Comer e Morar: viver no territ\u00f3rio tradicional na Mata Atl\u00e2ntica"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><strong>Congressista:<\/strong> <em>Daniella de Souza Marcondes<br \/>\n<\/em><strong>Unidade USP: <\/strong><a href=\"https:\/\/prceu.usp.br\/congresso\/escola-de-artes-ciencias-e-humanidades\/\"><em>Escola de Artes, Ci\u00eancias e Humanidades<\/em><\/a><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<h2>T\u00edtulo: Comer e Morar: viver no territ\u00f3rio tradicional na Mata Atl\u00e2ntica<\/h2>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Coordenador<\/strong>: Sidnei Raimundo | <strong>Vice-coordenador<\/strong>:<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>\u00c1rea Tem\u00e1tica:<\/strong> <a href=\"https:\/\/prceu.usp.br\/congresso\/ciencias-humanas\/\">Ci\u00eancias Humanas<\/a><\/p>\n<p><strong>Participantes: <\/strong>Daniella de Souza Marcondes, Alain Briatte Mantchev, Paula Carolina Pereira, Renan Cardoso,<\/p>\n<p><strong>Resumo:<\/strong>\u00a0 Contemplado por um Edital de Inclus\u00e3o Socioprodutiva (2017) da Funda\u00e7\u00e3o Banco do Brasil, o Projeto Comer e Morar atuou nas comunidades tradicionais cai\u00e7aras do Canto da Lagoa e do Canto do Ribeir\u00e3o, na Praia de Castelhanos e de Guanxumas, na Ilha dos B\u00fazios, no arquip\u00e9lago de Ilhabela. Em vistas do cen\u00e1rio de transforma\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o em fun\u00e7\u00e3o das atividades portu\u00e1rias, petr\u00f3leo e g\u00e1s e turismo de massa que impacta negativamente seus cotidianos, o objetivo do Comer e Morar esteve centrado em promover o uso das t\u00e9cnicas tradicionais de bioconstru\u00e7\u00e3o (taipa de m\u00e3o) e de manejo agro-florestal (SAF) visando o fortalecimento comunit\u00e1rio para a perman\u00eancia desses povos no territ\u00f3rio tradicional da Mata Atl\u00e2ntica, tamb\u00e9m por meio da gera\u00e7\u00e3o de renda feita com essa articula\u00e7\u00e3o e o Turismo de Base Comunit\u00e1ria. O Comer e Morar traz em seu escopo a discuss\u00e3o sobre os impactos do desenvolvimento hegem\u00f4nico na cultura cai\u00e7ara e sobre o papel da pesquisa e extens\u00e3o para composi\u00e7\u00e3o de um cen\u00e1rio de diversidade e igualdade.<\/p>\n<p><strong>Palavras-chaves:<\/strong>\u00a0 Ilhabela, cai\u00e7ara, TBC, SAF, taipa de m\u00e3o<\/p>\n<iframe loading=\"lazy\" class=\"wonderplugin-pdf-iframe\" src=\"https:\/\/prceu.usp.br\/congresso\/wp-content\/plugins\/wonderplugin-pdf-embed\/pdfjslight\/web\/viewer.html?v=2&file=https:\/\/prceu.usp.br\/congresso\/wp-content\/uploads\/wp_dndcf7_uploads\/2021\/10\/Congresso-de-Extensao_Daniella-Marcondes.pdf\" width=\"100%\" height=\"750px\" style=\"border:0;\"><\/iframe>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Contemplado por um Edital de Inclus\u00e3o Socioprodutiva (2017) da Funda\u00e7\u00e3o Banco do Brasil, o Projeto Comer e Morar atuou nas comunidades tradicionais cai\u00e7aras do Canto da Lagoa e do Canto do Ribeir\u00e3o, na Praia de Castelhanos e de Guanxumas, na Ilha dos B\u00fazios, no arquip\u00e9lago de Ilhabela. 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