{"id":6040,"date":"2018-10-11T17:34:01","date_gmt":"2018-10-11T20:34:01","guid":{"rendered":"https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/?page_id=6040"},"modified":"2021-08-10T15:44:21","modified_gmt":"2021-08-10T18:44:21","slug":"finalistas-artes-cenicas-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/finalistas-artes-cenicas-2018\/","title":{"rendered":"Finalistas \u2013 Artes C\u00eanicas \u2013 2018"},"content":{"rendered":"<h2>Finalistas &#8211; Artes C\u00eanicas &#8211; 2018<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>&#8220;O ano de 2018 no projeto Nascente apresentou na \u00e1rea de artes c\u00eanicas oito trabalhos inscritos nas diferentes categorias de dire\u00e7\u00e3o, interpreta\u00e7\u00e3o individual e interpreta\u00e7\u00e3o de grupo.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Como marcas desses trabalhos: a criatividade e a sensibilidade de abordar tem\u00e1ticas relevantes e em destaque na sociedade e na universidade hoje.<\/em><\/p>\n<p><em>Selecionamos quatro obras finalistas. Duas delas concorrendo como dire\u00e7\u00e3o: \u201cAlfaces, da mesa \u00e0 cena\u201d e \u201cMariposas\u201d; e outras duas finalistas como interpreta\u00e7\u00e3o de grupo: \u201cAgonia da morte das fadas\u201d e \u201cUm homem \u00e9 um homem\u201d.<\/em><\/p>\n<h5 style=\"text-align: right;\"><strong>Eduardo Tessari Coutinho, M\u00e1rio Fernando Bolognesi, Sandra Regina Sproesser.<\/strong><\/h5>\n<h5 style=\"text-align: right;\">(Comiss\u00e3o Julgadora e Curadoria)<\/h5>\n<hr \/>\n<h3><em><strong>Agonia da morte das fadas<\/strong><\/em><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">O trabalho nasceu de uma busca do grupo por\u00a0pesquisar o que temos chamado de dramaturgia\u00a0de imagens com o intuito de criar uma disputa de\u00a0imagin\u00e1rios entre os contos de fadas que s\u00e3o\u00a0retratados no espet\u00e1culo, usar seus referenciais\u00a0imag\u00e9ticos comuns a nosso favor.\u00a0Queremos, com esse trabalho, trair essas narrativas\u00a0cl\u00e1ssicas. Subvert\u00ea-las. Fazer com que nossos\u00a0corpos ocupem os espa\u00e7os que n\u00e3o puderam.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Subcategoria: <\/strong>interpreta\u00e7\u00e3o em grupo<br \/>\n<strong>Elenco:\u00a0<\/strong>Diego de Castro Camelo, Fernanda Gra\u00e7a Machado, Valmir Paulino da Silva e L<strong><span style=\"font-weight: 400;\">uana Joia Chrispim.<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Dura\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>90 minutos<br \/>\n<strong>Unidade de ensino:\u00a0<\/strong>Escola de Comunica\u00e7\u00f5es\u00a0e Artes &#8211; ECA<br \/>\n<strong>Curso:\u00a0<\/strong>Artes C\u00eanicas<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-6331 size-full\" src=\"https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/agonia22.png\" alt=\"agonia22\" width=\"1247\" height=\"579\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/agonia22.png 1247w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/agonia22-1024x475.png 1024w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/agonia22-300x139.png 300w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/agonia22-768x357.png 768w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/agonia22-624x289.png 624w\" sizes=\"auto, (max-width: 1247px) 100vw, 1247px\" \/><\/p>\n<hr \/>\n<h2><strong><b><i>Alfaces \u2013 da mesa \u00e0 cena<\/i><\/b><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tr\u00eas mulheres de mai\u00f4s. Tr\u00eas alfaces de \u00f3culos escuros. Uma praia artificial,\u00a0ambiente aparentemente seguro. Tr\u00eas mulheres-alfaces enclausuradas em uma pe\u00e7a\u00a0artificial. S\u00f3 existe o marasmo nesses corpos. Corpos padronizados e ass\u00e9pticos.\u00a0Chamaram-nas tanto de hist\u00e9ricas que se tornaram ap\u00e1ticas. Mas o que revelam essas\u00a0mulheres por tr\u00e1s do vazio? Quando n\u00e3o \u00e9 mais poss\u00edvel contar uma hist\u00f3ria, quando\u00a0todas elas j\u00e1 foram contadas, s\u00f3 resta um refluxo, um n\u00f3 na garganta, que pode implodir\u00a0a qualquer momento destruindo toda essa artificialidade.<br \/>\nTr\u00eas mulheres alfaces sufocadas por uma sociedade patriarcal \u2013 sua moral, seus\u00a0padr\u00f5es de beleza-corpo, sua desigualdade de g\u00eaneros\u2026 Uma Sucess\u00e3o de cenas\u00a0marcadas pela artificialidade, pelo nonsense e pelo c\u00f4mico, com o intuito de evidenciar\u00a0formalmente as quest\u00f5es sobre o papel social da mulher.<br \/>\nInstigadas pela fala de uma das Atrizes \u201c- eu me sinto uma alface\u201d. A Coletiva\u00a0Olivias de mulheres-artistas, investiga atrav\u00e9s desta met\u00e1fora uma sensa\u00e7\u00e3o de ser\u00a0mulher nesse mundo. Essa imagem, da mulher enquanto algo inerte, insosso,\u00a0fracassado\u2026que em um primeiro momento parecia derrotista, tornou-se um pretexto\u00a0para a discuss\u00e3o e um disparador de reflex\u00f5es sobre o que \u00e9 ser mulher. Mulheres n\u00e3o\u00a0s\u00e3o alfaces. E \u00e9 na constru\u00e7\u00e3o c\u00eanica dessa met\u00e1fora de se sentir como uma alface e na\u00a0luta contra essa sensa\u00e7\u00e3o que se dar\u00e1 a tens\u00e3o criativa do processo.<\/p>\n<p><strong>Subcategoria: <\/strong>dire\u00e7\u00e3o (coletiva)<\/p>\n<p><strong>Diretoras:\u00a0<span style=\"font-weight: 400;\">Camila Corr\u00eaa Moro,\u00a0Gabrielle Martin T\u00e1vora,\u00a0Marina Novais Correa Meyer,\u00a0Priscilla Carbone e Paula Halker Silva.<br \/>\n<\/span><\/strong><strong>Dura\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>60 minutos<br \/>\n<strong>Unidade de ensino:\u00a0<\/strong>Escola de Comunica\u00e7\u00f5es\u00a0e Artes &#8211; ECA<br \/>\n<strong>Curso:\u00a0<\/strong>Artes C\u00eanicas<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-6333 size-full\" src=\"https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/alfaces22.png\" alt=\"alfaces22\" width=\"1280\" height=\"325\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/alfaces22.png 1280w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/alfaces22-1024x260.png 1024w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/alfaces22-300x76.png 300w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/alfaces22-768x195.png 768w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/alfaces22-624x158.png 624w\" sizes=\"auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><\/p>\n<hr \/>\n<h2><strong><i>Mariposas<\/i><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Criado a partir de processo colaborativo, em um\u00a0grupo formado apenas por mulheres, Mariposas\u00a0conta a hist\u00f3ria real das irm\u00e3s Mirabal, que viveram\u00a0durante a ditadura militar na Rep\u00fablica\u00a0Dominicana e lutaram pela liberta\u00e7\u00e3o de seu pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Mariposas<\/em>\u00a0acompanha a hist\u00f3ria real das quatro irm\u00e3s Mirabal, que lutaram pela liberta\u00e7\u00e3o de seu povo. Em meio a uma das ditaduras militares mais sangrentas da Am\u00e9rica Latina, P\u00e1tria, Minerva, Maria Teresa e Ded\u00e9 cresceram, sonharam e tornaram-se s\u00edmbolos \u2014 mas foram tamb\u00e9m mulheres reais, e irm\u00e3s que, embora muito diferentes, tinham um la\u00e7o indestrut\u00edvel.<\/p>\n<p><strong>Subcategoria: <\/strong>dire\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Diretora:\u00a0<span style=\"font-weight: 400;\">Juliana Piesco<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong>Dura\u00e7\u00e3o: <\/strong>80 minutos<\/p>\n<p><strong>Unidade de ensino:\u00a0<\/strong>Escola de Comunica\u00e7\u00f5es\u00a0e Artes &#8211; ECA<\/p>\n<p><strong>Curso:\u00a0<\/strong>Artes C\u00eanicas<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-6338 size-full\" src=\"https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/mariposas-0235346.jpg\" alt=\"mariposas-0235346\" width=\"1280\" height=\"337\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/mariposas-0235346.jpg 1280w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/mariposas-0235346-1024x270.jpg 1024w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/mariposas-0235346-300x78.jpg 300w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/mariposas-0235346-768x202.jpg 768w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/mariposas-0235346-624x164.jpg 624w\" sizes=\"auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><\/p>\n<hr \/>\n<h2><em><strong>Um homem \u00e9 um homem<\/strong><\/em><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trabalho desenvolvido pela turma 67 da Escola de\u00a0Arte Dram\u00e1tica EAD\/ECA\/USP, com dire\u00e7\u00e3o de\u00a0Cristiane Paoli Quito, na disciplina de Oficina de\u00a0Montagem (sexto termo).\u00a0A montagem enfatiza o jogo de composi\u00e7\u00e3o a\u00a0partir da adapta\u00e7\u00e3o da obra de Bertolt Brecht\u00a0usando da tradu\u00e7\u00e3o de Fernando Peixoto e da\u00a0vers\u00e3o de Paulo Jos\u00e9 para o Grupo Galp\u00e3o.<br \/>\nGaly Gay, um homem em meio \u00e0 guerra, estivador\u00a0do porto de Kilkoa que s\u00f3 bebe socialmente, n\u00e3o\u00a0fuma e, pode-se dizer, n\u00e3o tem nenhum v\u00edcio. Um\u00a0sujeito engra\u00e7ado que n\u00e3o sabe dizer &#8220;n\u00e3o&#8221; saiu de\u00a0manh\u00e3 para comprar um peixe pequeno, a tarde j\u00e1\u00a0possu\u00eda um grande elefante e a noite foi fuzilado.\u00a0Fuzilado?\u00a0N\u00e3o era Galy Gay, era um outro.\u00a0Galy Gay ser\u00e1 desmontado e depois, sem que dele\u00a0nada se perca, ser\u00e1 novamente remontado, pois o\u00a0senhor Bertolt Brecht pode provar que qualquer\u00a0um pode fazer de um homem (cujo nome n\u00e3o\u00a0deve ser mencionado) o que desejar.\u00a0Em uma brincadeira em troca de um charuto\u00a0estava disposto a esquecer at\u00e9 o nome da m\u00e3e.\u00a0Soldados tomaram conta dele, pois, por acaso,\u00a0sabiam onde o colocar. N\u00e3o foi um grande crime o\u00a0que cometeu esse que era o homem indicado para\u00a0qualquer tipo de neg\u00f3cio. N\u00e3o foi um qualquer\u00a0enquanto viveu: carregava pepinos por gorjeta, era\u00a0membro do clube de lutadores de Kilkoa, tinha p\u00e9s\u00a0chatos e tamb\u00e9m outras coisas que \u00e9 melhor n\u00e3o\u00a0mencionar.\u00a0Um sujeito \u00fatil e por isso utiliz\u00e1vel que perdeu-se\u00a0falando demais, mas um homem \u00e9 um homem e enfiar os dentes na garganta do inimigo, finalmente compreendam como \u00e9 perigoso nesse mundo viver.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A montagem enfatiza o jogo de composi\u00e7\u00e3o a partir da\u00a0adapta\u00e7\u00e3o da obra de Bertolt Brecht usando da tradu\u00e7\u00e3o de\u00a0Fernando Peixoto e da vers\u00e3o de Paulo Jos\u00e9 para o Grupo\u00a0Galp\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Subcategoria:\u00a0<\/strong>interpreta\u00e7\u00e3o em grupo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Elenco:\u00a0<\/strong><strong><span style=\"font-weight: 400;\">Carolina Borelli Bernardo,\u00a0Igor Armucho de Alencar,\u00a0Jos\u00e9 Welington Landim Filho,\u00a0Juliana Louren\u00e7\u00e3o,\u00a0Lucas Corbucci Caldeira Nasi,\u00a0Monalisa Evangelista da Silva, V<\/span><\/strong>anessa Balsalobre Trevizan,\u00a0<strong><span style=\"font-weight: 400;\">Vinicius Albano de Sousa,\u00a0Wesley Monteiro de Almeida.\u00a0<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Dura\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>70 minutos<\/p>\n<p><strong>Unidade de ensino:\u00a0<\/strong>Escola de Comunica\u00e7\u00f5es\u00a0e Artes &#8211; ECA<\/p>\n<p><strong>Curso:\u00a0<\/strong>Escola de Arte Dram\u00e1tica &#8211; EAD<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-6341 size-full\" src=\"https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/homem.jpg\" alt=\"homem\" width=\"1280\" height=\"370\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/homem.jpg 1280w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/homem-1024x296.jpg 1024w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/homem-300x86.jpg 300w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/homem-768x222.jpg 768w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/homem-624x180.jpg 624w\" sizes=\"auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><\/p>\n<hr \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Finalistas &#8211; Artes C\u00eanicas &#8211; 2018 &#8220;O ano de 2018 no projeto Nascente apresentou na \u00e1rea de artes c\u00eanicas oito trabalhos inscritos nas diferentes categorias de dire\u00e7\u00e3o, interpreta\u00e7\u00e3o individual e interpreta\u00e7\u00e3o de grupo. 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