{"id":6760,"date":"2018-12-03T13:38:44","date_gmt":"2018-12-03T15:38:44","guid":{"rendered":"https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/?page_id=6760"},"modified":"2021-08-10T15:44:03","modified_gmt":"2021-08-10T18:44:03","slug":"finalistas-2018-artes-cenicas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/finalistas-2018-artes-cenicas\/","title":{"rendered":"FINALISTAS NASCENTE 2018 ARTES C\u00caNICAS"},"content":{"rendered":"<hr>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 80px;\"><em>\u201cO ano de 2018 no projeto Nascente apresentou na \u00e1rea de artes c\u00eanicas oito trabalhos inscritos nas diferentes categorias de dire\u00e7\u00e3o, interpreta\u00e7\u00e3o individual e interpreta\u00e7\u00e3o de grupo. <\/em><em>Como marcas desses trabalhos: a criatividade e a sensibilidade de abordar tem\u00e1ticas relevantes e em destaque na sociedade e na universidade hoje.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 80px;\"><em>Selecionamos quatro obras finalistas. Duas delas concorrendo como dire\u00e7\u00e3o: &#8216;Alfaces &#8211; da mesa \u00e0 cena&#8217; e &#8216;Mariposas&#8217;; e outras duas finalistas como interpreta\u00e7\u00e3o de grupo: &#8216;Agonia da morte das fadas&#8217; e &#8216;Um homem \u00e9 um homem&#8217;.&#8221;<\/em><\/p>\n<h4 style=\"text-align: right; padding-left: 80px;\">&nbsp; &nbsp; Eduardo Tessari Coutinho, M\u00e1rio Fernando Bolognesi e Sandra Regina Sproesser<\/h4>\n<h4 style=\"text-align: right; padding-left: 40px;\"><span style=\"color: #800000;\">Comiss\u00e3o Julgadora<\/span><\/h4>\n<hr>\n<h2 style=\"text-align: center;\">FINALISTAS NASCENTE 2018<br \/>\n<span style=\"color: #800000;\">ARTES C\u00caNICAS<br \/>\n<\/span><\/h2>\n<h3><\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-11059\" src=\"https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/nascente-categorias-nascente-42.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"107\" data-id=\"11059\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/nascente-categorias-nascente-42.jpg 3483w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/nascente-categorias-nascente-42-2048x313.jpg 2048w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/nascente-categorias-nascente-42-300x46.jpg 300w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/nascente-categorias-nascente-42-768x118.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/p>\n<h3><strong><i>Mariposas<\/i><\/strong><\/h3>\n<h3>Juliana Piesco<\/h3>\n<p><strong>Unidade de ensino:&nbsp;<\/strong>Escola de Comunica\u00e7\u00f5es e Artes (ECA)<strong><br \/>\nCurso:&nbsp;<\/strong>Artes C\u00eanicas<strong><br \/>\nSubcategoria: <\/strong>Dire\u00e7\u00e3o<strong><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><\/strong><strong>Dura\u00e7\u00e3o: <\/strong>80 minutos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Criado a partir de processo colaborativo, em um&nbsp;grupo formado apenas por mulheres, Mariposas&nbsp;conta a hist\u00f3ria real das irm\u00e3s Mirabal, que viveram&nbsp;durante a ditadura militar na Rep\u00fablica&nbsp;Dominicana e lutaram pela liberta\u00e7\u00e3o de seu pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Mariposas<\/em>&nbsp;acompanha a hist\u00f3ria real das quatro irm\u00e3s Mirabal, que lutaram pela liberta\u00e7\u00e3o de seu povo. Em meio a uma das ditaduras militares mais sangrentas da Am\u00e9rica Latina, P\u00e1tria, Minerva, Maria Teresa e Ded\u00e9 cresceram, sonharam e tornaram-se s\u00edmbolos \u2014 mas foram tamb\u00e9m mulheres reais, e irm\u00e3s que, embora muito diferentes, tinham um la\u00e7o indestrut\u00edvel.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-6338\" src=\"https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/mariposas-0235346.jpg\" alt=\"mariposas-0235346\" width=\"700\" height=\"184\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/mariposas-0235346.jpg 1280w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/mariposas-0235346-1024x270.jpg 1024w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/mariposas-0235346-300x78.jpg 300w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/mariposas-0235346-768x202.jpg 768w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/mariposas-0235346-624x164.jpg 624w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/p>\n<hr>\n<h3><em><strong>Um homem \u00e9 um homem<\/strong><\/em><\/h3>\n<h4 style=\"text-align: justify;\"><strong>Carolina B. Bernardo, Igor A. de Alencar, Jos\u00e9 W. L. Filho, Juliana Louren\u00e7\u00e3o, Lucas C. C. Nasi, Monalisa E. da Silva, Vanessa B. Trevizan, Vinicius A. de Sousa, Wesley M. de Almeida<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Unidade de ensino:&nbsp;<\/strong>Escola de Comunica\u00e7\u00f5es e Artes (ECA)<strong><br \/>\nCurso:&nbsp;<\/strong>Escola de Arte Dram\u00e1tica (EAD)<strong><br \/>\nSubcategoria:&nbsp;<\/strong>Interpreta\u00e7\u00e3o em grupo<strong><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><\/strong><strong>Dura\u00e7\u00e3o:&nbsp;<\/strong>70 minutos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trabalho desenvolvido pela turma 67 da Escola de&nbsp;Arte Dram\u00e1tica EAD\/ECA\/USP, com dire\u00e7\u00e3o de&nbsp;Cristiane Paoli Quito, na disciplina de Oficina de&nbsp;Montagem (sexto termo).&nbsp;A montagem enfatiza o jogo de composi\u00e7\u00e3o a&nbsp;partir da adapta\u00e7\u00e3o da obra de Bertolt Brecht&nbsp;usando da tradu\u00e7\u00e3o de Fernando Peixoto e da&nbsp;vers\u00e3o de Paulo Jos\u00e9 para o Grupo Galp\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Galy Gay, um homem em meio \u00e0 guerra, estivador&nbsp;do porto de Kilkoa que s\u00f3 bebe socialmente, n\u00e3o&nbsp;fuma e, pode-se dizer, n\u00e3o tem nenhum v\u00edcio. Um&nbsp;sujeito engra\u00e7ado que n\u00e3o sabe dizer &#8220;n\u00e3o&#8221; saiu de&nbsp;manh\u00e3 para comprar um peixe pequeno, a tarde j\u00e1&nbsp;possu\u00eda um grande elefante e a noite foi fuzilado.&nbsp;Fuzilado?&nbsp;N\u00e3o era Galy Gay, era um outro.&nbsp;Galy Gay ser\u00e1 desmontado e depois, sem que dele&nbsp;nada se perca, ser\u00e1 novamente remontado, pois o&nbsp;senhor Bertolt Brecht pode provar que qualquer&nbsp;um pode fazer de um homem (cujo nome n\u00e3o&nbsp;deve ser mencionado) o que desejar.&nbsp;Em uma brincadeira em troca de um charuto&nbsp;estava disposto a esquecer at\u00e9 o nome da m\u00e3e.&nbsp;Soldados tomaram conta dele, pois, por acaso,&nbsp;sabiam onde o colocar. N\u00e3o foi um grande crime o&nbsp;que cometeu esse que era o homem indicado para&nbsp;qualquer tipo de neg\u00f3cio. N\u00e3o foi um qualquer&nbsp;enquanto viveu: carregava pepinos por gorjeta, era&nbsp;membro do clube de lutadores de Kilkoa, tinha p\u00e9s&nbsp;chatos e tamb\u00e9m outras coisas que \u00e9 melhor n\u00e3o&nbsp;mencionar.&nbsp;Um sujeito \u00fatil e por isso utiliz\u00e1vel que perdeu-se&nbsp;falando demais, mas um homem \u00e9 um homem e enfiar os dentes na garganta do inimigo, finalmente compreendam como \u00e9 perigoso nesse mundo viver.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-6341\" src=\"https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/homem.jpg\" alt=\"homem\" width=\"700\" height=\"202\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/homem.jpg 1280w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/homem-1024x296.jpg 1024w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/homem-300x86.jpg 300w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/homem-768x222.jpg 768w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/homem-624x180.jpg 624w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/p>\n<hr>\n<h2><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-11083\" src=\"https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/nascente-categorias-nascente-43.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"107\" data-id=\"11083\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/nascente-categorias-nascente-43.jpg 3483w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/nascente-categorias-nascente-43-2048x313.jpg 2048w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/nascente-categorias-nascente-43-300x46.jpg 300w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/nascente-categorias-nascente-43-768x118.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/h2>\n<h3><em><strong>Agonia da morte das fadas<\/strong><\/em><\/h3>\n<h3><strong>Diego de C. Camelo, Fernanda G. Machado, Valmir P. da Silva e Luana J. Chrispim<\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Unidade de ensino:&nbsp;<\/strong>Escola de Comunica\u00e7\u00f5es e Artes (ECA)<strong><br \/>\nCurso:<\/strong> Artes C\u00eanicas<strong><br \/>\nSubcategoria: <\/strong>Interpreta\u00e7\u00e3o em grupo<strong><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><\/strong><strong>Dura\u00e7\u00e3o:&nbsp;<\/strong>90 minutos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O trabalho nasceu de uma busca do grupo por&nbsp;pesquisar o que temos chamado de dramaturgia&nbsp;de imagens com o intuito de criar uma disputa de&nbsp;imagin\u00e1rios entre os contos de fadas que s\u00e3o&nbsp;retratados no espet\u00e1culo, usar seus referenciais&nbsp;imag\u00e9ticos comuns a nosso favor.&nbsp;Queremos, com esse trabalho, trair essas narrativas&nbsp;cl\u00e1ssicas. Subvert\u00ea-las. Fazer com que nossos&nbsp;corpos ocupem os espa\u00e7os que n\u00e3o puderam.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-6331\" src=\"https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/agonia22.png\" alt=\"agonia22\" width=\"700\" height=\"325\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/agonia22.png 1247w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/agonia22-1024x475.png 1024w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/agonia22-300x139.png 300w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/agonia22-768x357.png 768w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/agonia22-624x289.png 624w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/p>\n<hr>\n<h2><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-11086\" src=\"https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/nascente-categorias-nascente-45.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"107\" data-id=\"11083\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/nascente-categorias-nascente-45.jpg 3483w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/nascente-categorias-nascente-45-2048x313.jpg 2048w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/nascente-categorias-nascente-45-300x46.jpg 300w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/nascente-categorias-nascente-45-768x118.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/h2>\n<h3><strong><i>Alfaces &#8211; da mesa \u00e0 mesa<\/i><\/strong><\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Camila C. Moro, Gabrielle M. T\u00e1vora, Marina N. C. Meyer, Priscilla Carbone e Paula H. Silva<\/h3>\n<p><strong>Unidade de ensino:&nbsp;<\/strong>Escola de Comunica\u00e7\u00f5es e Artes (ECA)<strong><br \/>\nCurso:&nbsp;<\/strong>Artes C\u00eanicas<strong><br \/>\nSubcategoria: <\/strong>Dire\u00e7\u00e3o coletiva<strong><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><\/strong><strong>Dura\u00e7\u00e3o: <\/strong>60 minutos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tr\u00eas mulheres de mai\u00f4s. Tr\u00eas alfaces de \u00f3culos escuros. Uma praia artificial,&nbsp;ambiente aparentemente seguro. Tr\u00eas mulheres-alfaces enclausuradas em uma pe\u00e7a&nbsp;artificial. S\u00f3 existe o marasmo nesses corpos. Corpos padronizados e ass\u00e9pticos.&nbsp;Chamaram-nas tanto de hist\u00e9ricas que se tornaram ap\u00e1ticas. Mas o que revelam essas&nbsp;mulheres por tr\u00e1s do vazio? Quando n\u00e3o \u00e9 mais poss\u00edvel contar uma hist\u00f3ria, quando&nbsp;todas elas j\u00e1 foram contadas, s\u00f3 resta um refluxo, um n\u00f3 na garganta, que pode implodir&nbsp;a qualquer momento destruindo toda essa artificialidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tr\u00eas mulheres alfaces sufocadas por uma sociedade patriarcal \u2013 sua moral, seus padr\u00f5es de beleza-corpo, sua desigualdade de g\u00eaneros\u2026 Uma sucess\u00e3o de cenas marcadas pela artificialidade, pelo <em>nonsense<\/em> e pelo c\u00f4mico, com o intuito de evidenciar formalmente as quest\u00f5es sobre o papel social da mulher.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Instigadas pela fala de uma das atrizes <em>\u201c- eu me sinto uma alface\u201d<\/em>. A <em>Coletiva Olivias<\/em> de mulheres-artistas, investiga atrav\u00e9s desta met\u00e1fora uma sensa\u00e7\u00e3o de ser mulher nesse mundo. Essa imagem, da mulher enquanto algo inerte, insosso, fracassado\u2026 que em um primeiro momento parecia derrotista, tornou-se um pretexto para a discuss\u00e3o e um disparador de reflex\u00f5es sobre o que \u00e9 ser mulher. Mulheres n\u00e3o s\u00e3o alfaces. E \u00e9 na constru\u00e7\u00e3o c\u00eanica dessa met\u00e1fora de se sentir como uma alface e na luta contra essa sensa\u00e7\u00e3o que se dar\u00e1 a tens\u00e3o criativa do processo.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/nascente-alfaces22.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-11089\" src=\"https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/nascente-alfaces22.png\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"178\" data-id=\"11089\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/nascente-alfaces22.png 1280w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/nascente-alfaces22-300x76.png 300w, https:\/\/prceu.usp.br\/nascente\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/nascente-alfaces22-768x195.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cO ano de 2018 no projeto Nascente apresentou na \u00e1rea de artes c\u00eanicas oito trabalhos inscritos nas diferentes categorias de dire\u00e7\u00e3o, interpreta\u00e7\u00e3o individual e interpreta\u00e7\u00e3o de grupo. 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