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Linguagens – Atividades

OFICINA: A mediação do livro ilustrado na escola.
Resumo: “Livros ilustrados são objetos literários recorrentes no cenário escolar e representam importante elemento introdutório na interação da criança com o universo das narrativas por meio de palavras e imagens. Através da mediação, o professor pode proporcionar à criança a exploração das múltiplas potencialidades de construção de sentido que a literatura pode proporcionar. A presente oficina visa ampliar os conhecimentos dos professores acerca das relações entre texto e imagem no livro infantil, estabelecer diálogos entre pesquisas acadêmicas na área e experiências pedagógicas compartilhadas, e formular estratégias de interação entre tais objetos literários e o ambiente escolar.”

Unidade: FFLCH-USP | Docente: Aline Frederico

Programação:
Local: Sala 16 – História – FFLCH USP
Data e Horário: 14/01 (quarta-feira) das 08:00 às 10:00

OFICINA: Ensino de argumentação na sociedade em rede: formas de debate e suas aplicabilidades na escola.
Resumo: “Voltada para professores de Língua Portuguesa do ensino médio, a oficina tem como objetivo discutir o ensino da argumentação, com atenção a seu papel no desenvolvimento de habilidades envolvidas na produção textual multimodal. O encontro abordará as formas de debate e suas possibilidades de aplicação no contexto escolar, considerando que tais práticas argumentativas podem constituir espaços privilegiados de construção do conhecimento, posicionamento crítico e reflexão sobre questões que se apresentam, de modo integrado, nas interações online e offline.”

Unidade: FFLCH-USP | Docente: Renata Palumbo

Programação:
Local: Sala 9 – Geografia – FFLCH USP
Data e Horário: 14/01 (quarta-feira) das 08:00 às 10:00

OFICINA: Mediação literária: a experiência leitora a partir de VAMOS COMPRAR UM POETA, de Afonso Cruz.
Resumo: “A obra Vamos comprar um poeta, de Afonso Cruz, propõe uma crítica ácida e poética a uma sociedade que absolutiza o valor econômico, dissolvendo as dimensões simbólicas, afetivas e estéticas da vida. Nesse contexto, a leitura da obra oferece um ponto de partida fecundo para a formulação de uma teoria sobre a experiência da competência leitora na contemporaneidade. Trata-se de repensar o papel da arte, as formas de recepção dos objetos literários e as estratégias de mediação da leitura, tendo em vista não apenas a aquisição de habilidades técnicas, mas a construção de uma relação estética, crítica e ética com o texto literário.Em “Vamos comprar um poeta”, a arte é tratada como uma mercadoria domesticável — um “poeta de estimação” — que deve se comportar segundo as lógicas da produtividade, da utilidade e do rendimento. Essa metáfora revela um aspecto central da condição contemporânea: a instrumentalização da arte. Como afirma Adorno (1970), em Teoria Estética, a arte, quando reduzida à função, perde sua capacidade de provocar estranhamento, sua autonomia e seu potencial crítico. Afonso Cruz, com ironia, denuncia esse processo, propondo uma revalorização da arte enquanto experiência de alteridade, de desautomatização do olhar e de ampliação do sensível. A arte, nesse sentido, não serve para nada — e exatamente por isso, é essencial. Essa concepção dialoga com a visão de Rancière (2009), que entende a arte como uma redistribuição do sensível, ou seja, uma forma de tornar visível o que estava oculto, audível o que era silenciado, pensável o que era ignorado. Assim, o papel da arte na formação da competência leitora não se limita à decodificação de signos ou à análise formal, mas se estende à vivência estética e à capacidade de imaginar outros mundos, de sentir de forma mais complexa e de pensar criticamente.”

Unidade: FFLCH-USP | Docente: Flavia Maria Corradin

Programação:
Local: Sala 11 – História – FFLCH USP
Data e Horário: 15/01 (quinta-feira) das 08:00 às 10:00

OFICINA: Oficina de leitura: a formação do leitor da compreensão à fluência.
Resumo: “Ao refutar o princípio (bastante arraigado na cultura pedagógica) de que a leitura se faz pela mera habilidade de decodificar a escrita, a oficina tem o propósito de elucidar a complexidade da formação do sujeito leitor, intérprete e crítico, situando a fluência como produto de diversos processos cognitivos. Para tanto, parte da exposição sobre as concepções de leitura. A seguir, propõe uma oficina de leitura, na qual os participantes são convidados a vivenciar diferentes competências leitoras. Finalmente, faz uma análise dos princípios pedagógicos e das implicações para a prática em sala de aula.”

Unidade: FFLCH-USP | Docente: Silvia de Mattos Gasparian Colello

Programação:
Local: Sala 14 – História – FFLCH USP
Data e Horário: 15/01 (quinta-feira) das 08:00 às 10:00

OFICINA: Videogames e escola - uma aproximação para leigo.
Resumo: “Uma oficina a respeito da mídia videogame como objeto de apreciação artística e percurso formativo. A proposta é apresentar o suporte e oferecer um panorama da história recente dos videogames no contexto urbano brasileiro como meio de resistência, espaço social e desenvolvimento em diversas áreas do conhecimento. Em oposição às práticas de gamificação, a oficina propõe um aguçamento do olhar para uma linguagem atualíssima, poética e dinâmica.”

Unidade: FFLCH-USP | Docente: Luciano Ferreira Alves

Programação:
Local: Sala 15 – História – FFLCH USP
Data e Horário: 13/01 (terça-feira) das 08:00 às 10:00

RODA DE CONVERSA: Literatura Negro-Brasileira na Educação Básica: avanços, limites e perspectivas após as Leis 10.639/03 e 11.645/08.
Resumo: “Este trabalho investigou os impactos das Leis nº 10.639/03 e nº 11.645/08, que alteram a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/96), tornando obrigatória a inclusão da temática “História e Cultura Afro-brasileira e Indígena” no currículo da educação básica. A pesquisa teve como objetivo compreender os avanços, limites e perspectivas na abordagem da literatura negro-brasileira no ambiente escolar, desde a promulgação dessas legislações. A investigação foi realizada em 78 escolas públicas da Diretoria de Ensino da região de São Bernardo do Campo, abrangendo os níveis fundamental e médio. Buscou-se identificar, de forma sistemática, as estratégias teóricas e práticas utilizadas por professores e professoras na implementação dos conteúdos previstos pelas leis, com foco na inserção da literatura produzida por autores negros. A metodologia adotada foi a história oral, aplicada por meio de questionários eletrônicos enviados aos participantes. Essa abordagem permitiu estabelecer inter-relações entre as trajetórias pessoais dos docentes — suas origens familiares, formações escolares, condições socioeconômicas e concepções educacionais — e suas práticas pedagógicas voltadas à valorização da cultura afro-brasileira. Ao analisar como essas leis têm sido efetivadas na prática, o estudo apontou que existem avanços importantes acontecendo no contexto escolar e que vem contribuindo para o fortalecimento de políticas educacionais antirracistas e para a ampliação da representatividade negra na literatura e na educação brasileira, mas ainda se apresenta de forma desarticulada e em constante descontinuidade.”

Unidade: FFLCH-USP | Docente: Raimundo Nonato da Silva Filho

Programação:
Local: Sala 7 – Geografia – FFLCH USP
Data e Horário: 16/01 (sexta-feira) das 09:00 às 10:00