Comissões Julgadoras 25º Nascente

Finalistas de Artes Cênicas

ARTES CÊNICAS

FELISBERTO SABINO DA COSTA

 

Possui especialização em teatro e dança pela Universidade de São Paulo (1990), mestrado em Artes pela Universidade de São Paulo (1990), doutorado em Artes pela Universidade de São Paulo (2000) e Livre Docência pela Universidade de São Paulo (2006). Atualmente é professor da Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de Artes Cênicas, com ênfase em Dramaturgia, atuando principalmente nos seguintes temas: dramaturgia, atuação com objetos e teatro de animação.

WAGNER CINTRA

 

Possui graduação (direção teatral), mestrado e Doutorado em Artes Cênicas, todos realizados na ECA-USP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo). É professor na cadeira Laboratório de Formas Animadas e Visualidades no Departamento de Artes Cênicas do Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – UNESP (São Paulo – Brasil) onde foi coordenador do curso de Licenciatura em Arte-Teatro de 2008 a 2012. É professor do programa de pós-graduação em Artes, Área de Concentração: Artes Cênicas na mesma universidade orientando trabalhos de mestrado e doutorado. Suas pesquisas, mestrado e doutorado, tornaram-se referências no estudo sobre Tadeusz Kantor no Brasil. Atualmente desenvolve pesquisa na área da praxis teatral investigando as relações que ocorrem na interface do teatro com as artes visuais. Nesse contexto, o seu trabalho orienta-se na direção do estudo teórico/prático, daquilo que seriam os pressupostos essenciais da linguagem do Teatro Visual, uma disciplina do Teatro de Formas Animadas que articula em cena, no mesmo nível de igualdade, marionetes, objetos, matérias diversas, além da presença do ator. Possui inúmeros artigos publicados na área do teatro, sobretudo na área do teatro de animação. Como diretor teatral dirigiu cerca de 80 espetáculos em 30 anos de carreira.

RENÉ PIAZETIN AMADO

É diretor, dramaturgo e professor. Doutor (2014), Mestre (2007) e Bacharel (2001) em Teatro pela ECA-USP. Orientador de Arte Dramática do TUSP desde 2009. Professor Substituto no Instituto de Artes da UNESP desde abril de 2016 na disciplina Atuação e Performance. Autor e diretor de O Taxidermista, um dos textos vencedores do I Edital de dramaturgia do CCSP, contemplado pelo Prêmio Zé Renato em 2016 para Circulação. O Taxidermista foi publicado em 2016, junto com outros dois textos inéditos: Sobre Elefantes e Coelhos e Dinamarca. Diretor e dramaturgo da Cia. dos Imaginários desde 2007, dirigiu os espetáculos Quixote (2007), Niklasstrasse, 36 (2011), Uma Alice Imaginária (2012), Sobre a Tempestade (2014) e O Taxidermista (2015). Desde 2015 coordena os Núcleos de Montagem no TUSP, em São Paulo, tendo dirigido Outro K – a partir de O Processo, em 2015 e Ascensão e Queda da Cidade de Mahagonny de Bertolt Brecht e O Pequeno Eyolf de Ibsen, ambas com estreia em novembro de 2016. Dirigiu também

Fim de Partida (2005); O cheiro das amêndoas amargas (2003); A Tempestade (2000). Estagiou com o  diretor grego Theodoros Terzopoulos em Atenas nas montagens de Triptico (Beckett), Epigoni (Ésquilo) e Ájax (Sófocles) em 2004. Integrou o CPT – Centro de Pesquisa Teatral do SESC – entre 1993 e 1994. Foi também professor no Curso de Artes Cênicas da Universidade São Judas Tadeu (2005-2007), e no Teatro Escola Macunaíma, entre 2002 e 2012, onde dirigiu mais de 40 espetáculos.

 

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ARTES VISUAIS

 

 

CARMEN ARANHA

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Possui graduação em Artes Plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado (1971), mestrado em Educação – Boston University (1977) e doutorado em Educação (Psicologia da Educação) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1981). É Livre-docente em Teoria e Crítica de Arte pela Escola de Comunicação e Artes da USP (2001). Professora associada (MS-5) (senior) do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. Coordenadora do Programa Interunidades em Estética e História da Arte da Universidade de São Paulo entre 2011 e 2015. É autora de Exercícios do olhar: conhecimento e visualidade.

MARCO FRANCESCO BUTTI

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Possui graduação (1980), mestrado (1994) e doutorado em Artes (1999) pela Universidade de São Paulo. É titular pelo Departamento de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da USP (2008) e pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (2013).

VITOR MIZAEL

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O artista paulista, Mestre em Estética e História da Arte (2008) e Especialista em Museologia (2005), ambos pela Universidade de São Paulo (Usp), e Bacharel em Artes Plásticas (2004) pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), questiona conceitos como salvaguarda, patrimônio, catalogação e exibição dentro do sistema de arte. Esses são alguns dos eixos poéticos de sua obra. Para tanto, lança mão de estratégias expositivas em que linguagens como a pintura, o desenho, o objeto e o tridimensional tem seus limites borrados e revelam misturas que terminam por potencializar cada uma delas. Ao retratar animais domésticos com crueza e discutir o limbo jurídico no qual se encontram, a produção de Mizael pode chocar alguns olhares mais epidérmicos. No entanto, a obra carrega um forte tom político, afastando-a de observações apressadas que só enxergam ‘polêmica’ nas séries realizadas pelo artista. Já realizou nove exposições individuais em galerias e instituições como BlauProjects, galeria – SP; Vitrine do Masp – SP; Centro Cultural São Paulo – SP; Paço das Artes – SP; Zipper Galeria – São Paulo; Galeria 6+1 – Madrid – Espanha; Conjunto Cultural da Caixa – SP e Conjunto Cultural da Caixa – RJ.

Entre suas principais e mais recentes exposições e atividades coletivas estão residência artística “Redbull house of art”, em São Paulo; 22º Salão Anapolino de Arte – Anápolis – GO – Primeiro Prêmio; Luz que vela o corpo é a mesma que revela a tela – Caixa Cultural – Rio de Janeiro – RJ (curadoria de Bruno Miguel); Ficções – Conjunto Cultural da Caixa – RJ (curadoria de Daniela Name); Eu fui o que tu és e tu serás o que eu sou – Paço das Artes – SP (curadoria de Josué Mattos).

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AUDIOVISUAL

CÉLIA REGINA CAVALHEIRO

Profa Celia
É professora de Cinema e Filosofia, História do Cinema Moderno e Coordenadora do Curso de Bacharelado em Audiovisual do Centro Universitário SENAC. Bacharel em Filosofia, Licenciada em Filosofia da Educação, com Mestrado em Letras Modernas e Doutorado em Ciência da Comunicação, pela Universidade de São Paulo. Ensaísta e pesquisadora da área Cinema e Filosofia, tem publicado também literatura/contos e literatura infanto/juvenil. Tese de doutorado ” A Dimensão do Silêncio no Cinema de Valerio Zurline”, em preparação para publicação. Experiência nas áreas de Artes, Literatura, Educação, Cinema e Filosofia – com ênfase em história do Cinema e interpretação fílmica. Desenvolve atualmente um projeto para pós-doutorado, sob o tema “O Silêncio de Deus, o discurso existencial no cinema dos anos 1960 e 1970.

LUIS FERNANDO ANGERAMI

Luis Angerami

 

É professor doutor da Universidade de São Paulo, atuando no Departamento de Cinema, Rádio e TV da Escola de Comunicações e Artes desde 1998. Pesquisador nas áreas de Audiovisual (cinema, TV e vídeo) e Comunicação Ambiental, com experiência em atividades de criação, roteirização e direção de programas em cinema, vídeo e TV. Doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (2003), mestre em Ciência Ambiental pela Universidade de São Paulo (1995), graduado em Comunicação Social / Cinema pela Universidade de São Paulo (1986) e em Engenharia Sanitária pelo Instituto Mauá de Tecnologia (1984).

ROBERTO FRANCO MOREIRA

Roberto Moreira

 


Possui graduação em Cinema pela Universidade de São Paulo (1985), mestrado em História pela Universidade Estadual de Campinas (1993) e doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (2002). Atualmente é professor doutor da Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Roteiro e Direção Cinematográficos, atuando principalmente nos seguintes temas: dramaturgia, cinema, televisão, longa-metragem e série televisiva. Dirigiu os filmes de longa-metragem “Contra todos”, “Quanto dura o amor?” e a série televisiva “Pedro e Bianca

 

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DESIGN

AURESNEDE PIRES STEPHAN

Auresnede

Bacharel em Design pela FAAP no ano de 1970
Mestrado em Educação, Arte e Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie 2008
Doutorando em Design pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP. Atualmente atua como júri.
1. Prêmio de Design do Museu da Casa Brasileira na categoria de trabalhos escritos 2017
2. Curador da 6a. Mostra Jovens Designers 2017(São Paulo,m Pernambuco e Milão)
3. Prêmio Cases da revista Embalagem Marca 2017
5. Coordenador Técnico do Prêmio TokStok de Design Universitário 2017

Professor Universitário na ESPM Curso de Design Gráfico Disciplina de Ergonomia
FASM Curso de Moda  Disciplina de Identidade do Produto.

Curador Adjunto das Bienais de Design Brasileiro nos anos de 2006 e 2008
Coordenador da Coletânea da Editora Blücher ” 10 Cases do Design Brasileiro” 3 volumes
Titular da Made in Eddy empresa de consultoria em Design.

GIORGIO GIORGI JUNIOR

Giorgio Giogi

 

Designer doutorado pela FAUUSP, onde leciona desde 1989. Como titular do estúdio “objeto não identificado” (1986-94) e da “E27 Luminárias” (1994-2004), sempre em parceria com Fabio Falanghe, teve projetos e produtos fabricados, publicados, exibidos e premiados, tanto no país como no exterior. Entre 2005 e 2015 coordenou o curso de especialização em Design para a Movelaria junto ao Senac SP. Em 2009 e 2011 coordenou a comissão julgadora do Prêmio Design do Museu da Casa Brasileira.

LUÍS CLÁUDIO PORTUGAL 

Claudio Portugal

Possui graduação em Desenho Industrial e Comunicação Visual na Escola Superior de Desenho Industrial da UERJ em 1983. Obteve a “Attestation d’Étude Approfondie”, correspondente ao mestrado profissional brasileiro, na área de concepção de produtos novos, na Ensam, École Nationale Supérieure d’Arts et Métiers, em Paris, em 1987. Doutorou-se em Educação de Artes, com pesquisa direcionada para o ensino do design, na New York University, em 1997. Possui experiência no magistério de design gráfico e design de produto, com ênfase em projeto, metodologia de projeto, metodologia de pesquisa, inovação tecnológica, história, teoria, crítica e ética do design. Atuou na Universidade de Brasília, ESDI-UERJ, PUC-Rio e Unicamp. É professor e pesquisador da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo.

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MÚSICA ERUDITA

ADRIANA LOPES DA CUNHA MOREIRA

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É docente no Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (CMU-ECA-USP, 2004-) e no Programa de Pós-Graduação em Música da ECA-USP (2010-), fundadora e coordenadora do Grupo de Pesquisa TRAMA: TEORIA E ANÁLISE MUSICAL (2015-, ), fundadora e co-coordenadora do Laboratório de Percepção e Análise Musical (2008-), co-coordenadora dos Encontros Internacionais de Teoria e Analise Musical (2009-, <http://www2.eca.usp.br/etam/ivencontro/>) e membro dos Conselhos Editoriais das Revistas OPUS e ORFEU. Possui Doutorado em Análise Musical, Mestrado em Fundamentos Teóricos da Música e Graduação em Piano pela UNICAMP. Foi editora-chefe (2011-2015) de publicações da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música (ANPPOM), que inclui a s&eacute ;rie Pesquisa em Música no Brasil e a Revista OPUS (Qualis-CAPES A1, <http://www.anppom.com.br/revista/index.php/opus/issue/archive>), co-proponente da Séria Didático-Musical (EDUSP e Ed. UNICAMP) e vice-chefe do Departamento de Música da ECA-USP (2010-2011)

 SUSANA CECÍLIA IGAYARA DE SOUZA 

Roberto Moreira

Possui Doutorado em Educação (História da Educação e Historiografia), pela Faculdade de Educação da USP(2011) e Mestrado em Artes (Musicologia) pela ECA-USP (2001). Possui graduação em Música – Bacharelado em Composição pela Universidade de São Paulo (1989), Bacharelado Instrumento (Piano) pela Faculdade Mozarteum de São Paulo (1982) e graduação em Comunicação Social – Jornalismo pela Universidade de São Paulo (1987). Atualmente é professora da Universidade de São Paulo, com foco principal em Repertório Coral. Faz parte do Comunicantus: Laboratório Coral do Departamento de Música da ECA-USP. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Literatura Coral, Repertório Coral e Áreas Correlatas, atuando principalmente nos seguintes temas: canto coral, repertório coral, história da música, história da educação, educação musical, técnica vocal, teoria musical e música brasileira.Suas pesquisas em musicologia e história da educação concentram-se na primeira metade do século XX, nos seguintes temas: Canção Coral Brasileira; Música Sacra Brasileira, Produção escrita por mulheres sobre música; História da educação musical no Brasil; Música e cultura escrita. Antes da USP, atuou em outras faculdades de Música (Faculdade Mozarteum de São Paulo e Faculdade de Arte Santa Marcelina) nas áreas de Canto Coral, Regência, Técnica Vocal, Metodologia da Pesquisa, e em outros institutos ligados ao ensino e à prática musical, com ênfase na atividade coral e nas áreas da percepção musical, teoria e história da Música. Participou como docente convidada em Festivais de Música, palestras e workshops. Escreveu artigos sobre compositores brasileiros, sobre repertório vocal, além de notas de programa para concertos e gravações de coros e orquestras. Foi coordenadora do Núcleo de Estudos da Divisão de Música do Museu Lasar Segall (1985-1997) e Coordenadora do Centro de Documentação Musical da OSESP (1999). No exterior, proferiu palestras sobre Música Brasileira na Universidade de Cambridge, Reino Unido, Universidade de Indiana em Bloomington, EUA, Conservatório Musical de Lisboa, Portugal, Academía de Verano de Dirección Coral y Pedagogía Musical em Las Palmas de Gran Canária, Espanha e Universidade Nacional de Cuyo, Argentina. Atuou em concertos como coralista, pianista e regente coral, além de ser preparadora vocal de coros. É associada da ABEM – Associação Brasileira de Educadores Musicais, da ANPPOM – Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Música e da SBHE – Sociedade Brasileira de História da Educação. É líder do Grupo de Estudos e Pesquisas Multidisciplinares nas Artes do Canto (GEPEMAC).

IRINEU FRANCO

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Mestre em Artes pela ECA-USP, Especialista em Composição pelos Conservatórios de Zurique e Genebra. Graduação pianística. De 1983 a 1986 participou dos madrigais Collegium Musicum de São Paulo e Canto Vivo; sendo posteriormente auxiliar de regência dos corais Faap e Santo Américo. Ao piano atuou como acompanhante de diversos instrumentistas, cantores e corais, e em diferentes conjuntos de câmara. Participou como violista em orquestras jovens, incluindo a Orquestra Sinfônica Jovem do Litoral. Seu catálogo de composições conta com obras para diferentes formações instrumentais: solos, câmara, orquestra de cordas e sinfônica. Em Zurique (1990) e em São Paulo (1996, 2010 e 2014) foram realizados concertos totalmente dedicados às suas obras. Prioritariamente dedica-se à Composição, às atividades como docente em algumas disciplinas musicais e ao seu projeto “Eu adoro música, mas não entendo nada!”, ministrado desde 1992, destinado ao grande público. Foi coordenadora e membro do júri do Concurso Nacional de Composição Camargo Guarnieri nas versões 2003, 2005 e 2007, bem como jurada da versão 2013 e de outros concursos de interpretação e criação musicais, tais como o Projeto Nascente – USP (2002, 2006), o Prêmio Carlos Gomes (2009, 2010, 2011), o Prelúdio – Televisão Cultura de São Paulo (2010) e o ProAC – Música Erudita, da Secretaria de Estado da Cultura de SP (2012 e 2013).

GUILHERME SPARRAPAN

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É um músico eclético. Iniciou sua vida musical tocando violão em rodas de choro; formou-se em Regência pela USP sob orientação do Maestro e Compositor Aylton Escobar e do Maestro Gil Jardim; hoje aprimora-se estudando violão erudito com o Prof. Edson Lopes, no Conservatório de Tatuí. Participou dos mais importantes festivais de música erudita do Brasil, tendo a oportunidade de conhecer renomados regentes, como Marin Alsop(EUA), Celso Antunes(Brasil), Daisuke Soga(Japão), Oswaldo Ferreira(Portugal), Werner Pfaff(Alemanha), entre outros. Durante dois anos e meio foi Regente Assistente da Orquestra de Câmara da USP, OCAM, sendo orientando pelo Maestro Gil Jardim. No âmbito da música popular, foi premiado no VI Prêmio Nabor Pires Camargo, como arranjador e intérprete; obteve menção honrosa no 15º e primeiro lugar no 18º Prêmio Nascente. A eclética formação musical/filosófica de Guilherme Sparrapan, faz dele um músico muito versátil, atuando como arranjador, orquestrador, instrumentista, pesquisador, educador e regente. De seus trabalhos musicais, podem-se destacar o trio Trinca Brasil, com o flautista Toninho Carrasqueira e o violonista Edmilson Capelupi; o duo Opus Brasileiro com a pianista Milena Lopes; o Duo Brasilis, com o violonista Edson Lopes e sua carreira solo de violonista 7 cordas.

ROGÉRIO COSTA

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Possui Licenciatura em Artes com Habilitação em Música pela Universidade de São Paulo (1983), mestrado em Musicologia pela Universidade de São Paulo (2000) e doutorado em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2003). Atualmente é professor livre docente e pesquisador vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Música da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de artes, com ênfase em composição, teoria e análise musical. Seu principal tema de investigação é a improvisação. Desenvolve projeto de pesquisa a respeito da improvisação musical e suas conexões, particularmente sobre o ambiente da livre improvisação com interação eletroacústica em tempo real, processos criativos e criação coletiva. Faz parte da equipe de pesquisadores do NuSom (Núcleo de Pesquisas em Sonologia) coordenado pelo professor Fernando Iazzetta e sediado no Departamento de Música da ECA. É também fundador e coordenador do grupo experimental Orquestra Errante. Os dois grupos são sediados no Departamento de Música da ECA/USP. Tem composições para variadas formações incluindo octetos, quartetos, trios, duos, peças para saxofone solo e estudos para piano. Atua ainda como saxofonista e flautista em grupos que se dedicam à música experimental e à livre improvisação. Atualmente é integrante do grupo Entremeios com o pianista e improvisador Alexandre Zamith e os artistas multimídia e improvisadores Alessandra Bochio e Felipe M. Castellani.

PAULO DE TARSO 

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Possui graduação em Bacharelado em Instrumento – Trompete pela Faculdade Mozarteum de São Paulo (1989), Mestrado em Artes pela Universidade de São Paulo (1992) Doutorado em Artes pela Universidade de São Paulo (1997) e Livre Docência em Artes pela Universidade de São Paulo (2010). Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Música, atuando principalmente nos seguintes temas: técnica e soluções para o ensino do instrumento, trompete, instruções gerais sobre trompete e metodologia para trompete.

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TEXTO

EMERSON INÁCIO

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  • Graduação: Letras Vernáculas pela UFF;
  • Mestrado: em Letras, pela UFF, com a dissertação, “Vanguardas & Camaradagens, Horizontes & Sentidos” (2000);
  • Doutorado em Letras Vernáculas pela UFRJ, com a tese “A Herança invisível: Ecos da ‘Literatura Viva’ em Al Berto (2006);
  • Livre docência: pela USP, com o ensaio, “Do Corpo o Canto, perfumada presença: o Corpo, Fluxo-Floema e Novas Cartas Portuguesas” (2016)
  • Atualmente (no que o júri atua no momento): atua no júri na categoria Texto.

JEAN PIERRE CHAUVIN

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Leciona “Cultura e Literatura Brasileira”, “A Prosa de José Saramago” e “O Romance Policial de Agatha Christie” no Curso de Editoração da ECA. Credenciado no Programa Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa, na FFLCH (USP), ministra, na Pós-Graduação, a disciplina “Cultura luso-brasileira nos séculos XVIII e XIX: Literatura e História”. Autor de O Alienista: a teoria dos contrastes em Machado de Assis (Reis, 2005), O poder pelo avesso na literatura brasileira: Manuel Antônio de Almeida, Machado de Assis e Lima Barreto (Annablume, 2013) e Crimes de Festim: Ensaios sobre Agatha Christie (Todas as Musas, 2017). Atualmente, pesquisa gêneros discursivos produzidos no contexto luso-brasileiro, com ênfase no século XVIII.

RICARDO IANNACE

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É graduado em Letras Vernáculas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, mestre na área de Literatura Brasileira pela Universidade de São Paulo, doutor na área de Teoria Literária e Literatura Comparada pela Universidade de São Paulo, com pós-doutorado realizado no Centro de Estudos Literários e Culturais do Acervo de Escritores Mineiros da Universidade Federal de Minas Gerais. Professor das Faculdades de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatecs) e do Programa de Pós-Graduação em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa da Universidade de São Paulo (USP). Pesquisador do Núcleo de Estudos dos Acervos de Escritores Mineiros da UFMG e do grupo Produções Literárias e Culturais para Crianças e Jovens, vinculado à Universidade de São Paulo. Autor de Murilo Rubião e as Arquiteturas do Fantástico (Edusp), Retratos em Clarice Lispector: Literatura, Pintura e Fotografia (Ed. UFMG), A Leitora Clarice Lispector (Edusp) e coautor de Literatura Brasileira Contemporânea (IESDE).