Premiados 2018 – Texto

 

Trabalhos vencedores:

 

 

Rafael Baldam

Unidade de ensino: Instituto de Arquitetura e Urbanismo

Curso: Pós Graduação em Arquitetura e Urbanismo

Título: Caber fora, se habitar

Subcategoria: Poesia

Conjunto de poesias que exploram o espaço como ator fundamental da experiência vivida. Espaço urbano, pessoal, dentro, fora, abrigar, habitar, limitar, são alguns dos temas abordados.

 
 
 
 
 
 
 


 

Paulo Ricardo Gomides Abe

Unidade de ensino: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas

Curso: Filosofia

Título: Um corpo divisível

Subcategoria: Prosa Ficcional – Conto

Um conjunto de quatro contos constitui a autoficção de ser gêmeo do autor. Adentrando na sua relação distante com seu irmão, por meio da ficção se procura mostrar possibilidades onde isso seja retratado de maneira fantástica ou que mostre causas imperceptíveis e inexplicáveis em que isso seja de fato irremediável.

 
 
 
 
 
 
 


 

Menções Honrosas:

 

 

Júlio César Bernardes Santos

Unidade de ensino: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas

Curso: Letras

Título: As Nove Vidas de João Damião

Subcategoria: Prosa Ficcional – Conto

Aos 92 anos, João Damião decide pedir o divórcio e viajar para conhecer o mundo. Sem receber notícias oficias do velho, a família escuta e conta histórias a respeito de suas aventuras, que começam a mexer com a vida da pequena cidade em que vivem.

 
 
 
 
 
 
 
 


 

Alexandre de Oliveira Martins

Unidade de ensino: Programa de Pós-graduação Interunidades em Integração da América Latina

Curso: Doutorado

Título: D’SESP’RO D’ESP’LHO

Subcategoria: Poesia

Trata-se de uma espiral poética enumerada de 1 a 42 e de 42 a 1, cujos eixos estruturantes se dão, primeiro, em torno dos pavores humanos, marcantes especialmente na contemporaneidade e de modo peculiar nos grandes centros urbanos. Os nomes das fobias
selecionadas prestam-se, no texto, a intitular cada volta-poema da espiral poética, só compreendida na plenitude, a última, se lida na totalidade, embora cada poema mantenha sua autonomia; o segundo eixo estruturante gira em torno do símbolo (estilhaçado ou não) do espelho, como vetor de duplos, narcisismos, autocomiseração e replicações infinitas; e o terceiro em torno da alegoria do caracol (e os correlatos lesma e caramujo), que reforça a sugestão de circularidade dada pela imagem da espiral e do espelho. Para cumprir essa intenção, o texto apresenta grande alternância de ritmos, métricas e rimas (ou falta deles), literalidades, literariedades, oralidades, sínteses, verborragias, paráfrases, intertextualidades, narratividades, fronteiras de gêneros, limites entre palavra e imagem e diversidade de fôrmas textuais, como fábula, diálogo, parábola, soneto, haicai, écloga, trova, vilancete, entre outros, cada qual procurando atingir um determinado objetivo no interior de partes maiores nas quais as espirais se agrupam. O sentido buscado é a figurativização dos diversos caos, desequilíbrios, ridículos, agudezas, sutilezas, desatinos e alucinações interiores e exteriores que vêm caracterizando o comportamento humano em geral e o dos brasileiros de forma bastante específica, sobretudo depois das manifestações de 2013, quando acentuou-se no país uma divisão social radical antes esboçada.

 


Welson Oliveira da Silva

Unidade de ensino: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas

Curso: Letras

Título: Elizabeth e João Pedro

Subcategoria: Poesia

Em quadras e redondilha maior, mistura ficção e não ficção para contar a história de Elizabeth Altino Teixeira, líder camponesa nordestina e seu marido, hoje considerado Herói Nacional.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


Cesar Chaves

Unidade de ensino: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas

Curso: Letras

Título: José e os Vencedores 

Subcategoria: Poesia

Coleção de sete poemas cuja temática gira em torno da ideia de adequação social e do sentido que se pode dar à própria existência, e o quanto ela está ligada à presença da alteridade. Três dos poemas dialogam com a tradição poética nacional, especificamente, com Carlos Drummond de Andrade e Augusto dos Anjos. Do ponto de vista formal, trata-se de poesias em verso livre e que privilegiam o ritmo frasal.

 
 
 
 
 
 
 
 


Laura Alvez Gonzaga

Unidade de ensino: Faculdade de Direito

Curso: Direito

Título: Mayu

Subcategoria: Crônica

Uma descoberta: um sistema de linguagem em que a unidade mínima de sentido é o nada, o vazio. Surge daí a vontade de reestruturar a sintaxe de um cérebro em depressão, construindo sua percepção do mundo a partir daquilo que não se viveu.

 
 
 
 
 
 
 
 


Leonardo Chioda

Unidade de ensino: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas

Curso: Letras

Título: Nume

Subcategoria: Poesia

Série de poemas derivada do Canto XII da Odisséia de Homero, quando o barco de Ulisses passa pelas sereias. Em meio a insinuações, ofensas e revelações ao navegante atado ao mastro, elas cantam o amor, a morte, a política e o destino dos homens.

 
 
 
 
 
 
 
 


Eduardo Augusto Alves de Almeida

Unidade de ensino: Museu de Arte Contemporânea

Curso: Doutorado em Estética e História da Arte

Título: Protocolo

Subcategoria: Dramaturgia

A peça Protocolo é composta por um apanhado de micro-histórias em que vemos tentativas de controlar a vida, com suas subsequentes contradições, limites e esgarçamentos.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


Carla Moreira Kinzo

Unidade de ensino: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas

Curso: Letras

Título: Satélite

Subcategoria: Poesia

Satélite é um conjunto de trinta poemas que orbitam imagens cotidianas (objetos de uma casa, um armário, um vestido). Eles tentam tocar pessoas e eventos passados, fazendo isso de modo indireto.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


 

Diego Andrade de Carvalho

Unidade de ensino: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas

Curso: Letras

Título: Tons da Terra

Subcategoria: Poesia

Diante do genocídio e apagamento (ainda em curso) sofridos pelos povos originários, como narrar tal violência? Esta é a inquietação de Tons da Terra, onde o indígena nascido em contexto urbano busca sua identidade negada pela sociedade brasileira.