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Confira abaixo os conteúdos gravados que permanecem disponíveis ao público!
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16 de setembro de 2021 | Ousar reinventar o futuro
Reinventar o futuro pressupõe compreendê-lo como devir, em contraposição à questão, expressa por Felwine Sarr a partir de Sami Tchak: “quando é que deixaremos de fazer do passado dos outros nosso futuro?”. Ao avesso, figurar outros futuros, o que pressupõe uma disputa no presente pelo passado.
16 de setembro – quinta-feira ⬆ programação da semana
15h | Trabalhos dos alunos do Departamento de Música da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Ribeirão Preto | FFCLRP-USP ⬆ início ⬇ assista
Almeida Prado (1943-2010) | Sonata n°3 para piano
Iully Benassi – piano
Silvia Berg (1958) | Pássaro Imaginário para flauta solo
(compositora Profa. do DM da FFCLRP-USP) – Samuel Leghi – flauta
Ernesto Nazareth (1863-1934) | Brejeiro
(transcrição proliferada – Caio Marques e Vitor Botelho) – Caio Marques – viola caipira | Vitor Botelho – violão
Magrin Ribeiro (1983) | Percussion under construction
Magrin Ribeiro – bongô e blocos sonoros | Matheus Andrade – triângulo e pandeiro | Ricardo Bovo – caixa, prato e vibrafone
16h | Ousar reinventar o futuro ⬆ início ⬇ assista

18h30 | Atividade Artística Virtual ⬆ início ⬇ assista
Palestrantes
Marcia Mura ⬆ início ⬇ assista |
Marcos Buckeridge ⬆ início ⬇ assista |
Alexander Turra ⬆ início ⬇ assista |
Transmissão ao vivo ⬆ início
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Programação Artística ⬆ início
- Filme “Janela 43”, com Grupo Grua (34 minutos)
Tendo como interface as despudoradas janelas do Edifício Mirante do Vale, no coração de SP, o filme nos convida a acompanhar uma jornada íntima e vertiginosa do seu reencontro presencial, após um ano de isolamento e interações virtuais.
Como não deixar o corpo e a vontade esmorecerem diante de um horizonte com vista para o caos? Como inventar sentidos para continuar dançando e criando arte diante da intimidação e limitação provocadas pelos acontecimentos recentes?
Em meio ao turbilhão da crise sanitária que estamos vivendo, questões que parecem óbvias nos atravessam: Como este momento afeta nossa visão e perspectiva sobre o fazer artístico na rua, em espaços públicos? Se e quais lógicas implicadas, nesse fazer, serão passíveis de modificação?
Essas são algumas perguntas que impulsionaram o Grupo Grua para a realização deste filme.
Ficha técnica: Performers: Fernando Martins, Henrique Lima, Jerônimo Bittencourt, Jorge Garcia e Vinicius Francês. A partir do roteiro de Roberto Alencar e Willy Helm, com a colaboração do grupo / Cinematografia e finalização: Osmar Zampieri / Trilha sonora original: Fernando Martins / Desenho de luz: Henrique Lima / Figurino: João Pimenta / Cenografia: todos / Imagens aéreas: Ricardo Yamamoto / Registros de memórias virtuais e Radio-guerrilha: Emiliano Manso / Grua direção geral: Jorge Garcia, Osmar Zampieri e Willy Helm / Produção: Corpo Rastreado / Agradecimentos: Ana Teixeira, Andar 43, Charly Osbourne, Felipe Scaldini e Michelle Castro / Frames do vídeo: Osmar Zampieri
Gravado no Edifício Mirante do Vale, Andar 43, março de 2021, seguindo todos os protocolos de segurança da Organização Mundial da Saúde.
O GRUA – Gentleman de Rua é um grupo de artistas que, desde 2002, investiga o encontro entre dança e espaços urbanos em um afinado jogo de improviso entre os intérpretes e os fluxos dos locais onde atuam. Dirigido por Jorge Garcia, Willy Helm e Osmar Zampieri, o grupo traz em seu nome e proposta a relação com a cidade: são homens gentis que atuam em espaço urbano, como observadores acompanhando todos os acontecimentos em seu entorno através de suas ações, criando uma dança torrencial, feita de nexos de conexão com o lugar. Tal qual o equipamento cinematográfico, também chamado grua, permitindo às câmeras de filmagem se deslocarem com agilidade, varrendo a extensão de cenários em sobrevoo, os grueiros se situam nos espaços a partir do refinado jogo de percepção e escuta do grupo alcançam tamanho sinergismo que estruturam um modo de improvisar com características próprias de cooperação, de ocupação e uso dos lugares e de ressignificação dos paradigmas do humano urbano.
É um fragmento de O Grande Inquisidor que, por sua vez, é um capítulo dos Irmãos Karamazov, ou seja, uma coisa contida na outra remetendo-nos de imediato à matrioska, tradicional boneca russa, em seu jogo de espelhamentos. Apesar de toda distância histórica que nos separa do gênio russo, suas palavras continuam nos desafiando com a necessidade urgente de buscar respostas a todas as questões mais doloridas do mundo, que segundo o autor, “está em algum ponto pairando sobre o abismo”. Que esse luminoso fragmento literário nos ajude refletir sobre os tempos sombrios em que vivemos. Ficha Técnica: Tradução Paulo Bezerra / Adaptação, direção e interpretação: Donizeti Mazonas / Coreografia, canto e interpretação: Wellington Duarte / Fotografia e edição: Edson Kumasaka / Captação de som: Éric Vasconcelos / Música: Gregory Slivar / Pesquisa de imagens: Paulo Campagnolo / Cenografia: Donizeti Mazonas / Produção executiva, operação de luz e vídeo: Jota Rafaelli / Agradecimentos: Cátia Oliver e Gilda Nomacce. ⬆ início ⬇ assista Experimento gravado no Teatro Sérgio Cardoso, Sala Nydia Lícia Acesse a Programação da Semana






